Como ajudar o seu filho a ter hábitos alimentares saudáveis?

Criar bons hábitos alimentares é importante para a criança crescer com saúde, prevenindo diversas doenças futuras. Vamos conferir algumas dicas para ajudar o seu filho!

1. As refeições e os lanches devem ser servidos em horários fixos diariamente, com intervalos suficientes para que a criança sinta fome na próxima refeição.
Um grande erro das mamães é oferecer alimentos fora de hora ou deixar a criança alimentar- se sempre que deseja, pois assim não terá apetite no momento das refeições.  O ideal é um intervalo entre uma refeição e outra de 2 a 3 horas.

02. É importante criar uma esquema  alimentar e deve ser composto por cinco ou seis refeições diárias, com horários regulares:

 

É necessário que se estabeleça um tempo definido e suficiente para cada refeição.

Se nesse período a criança não aceitar os alimentos, a refeição deverá ser encerrada e oferecer algum alimento apenas na próxima. Não se deve oferecer leite ou outro alimento em substituição à refeição.
 03. O tamanho das porções dos alimentos nos pratos deve estar de acordo com o grau de aceitação da criança.

É muito frequente a mãe, por preocupação, servir uma quantidade de alimento maior do que o filho consegue ingerir.
O ideal é oferecer uma pequena quantidade de alimento e perguntar se a criança deseja mais.

Ela não deve ser obrigada a comer tudo que está no prato.
A regra é clara: Os responsáveis escolhem o que a criança deve comer e a criança o quanto comer.
04. Quando houver doce de sobremesa, oferecê-lo como mais uma preparação da refeição, evitando utilizá-lo como recompensa ao consumo dos demais alimentos.
05. Oferecer líquidos nos horários das refeições deve ser controlada, porque o suco, a água e, principalmente, o refrigerante distendem o estômago, podendo dar o estímulo de saciedade precocemente. O ideal é oferecer água à vontade nos intervalos das refeições para que a criança não sinta necessidade de ingerir líquidos na hora de comer.

Os sucos naturais podem ser oferecidos eventualmente, na quantidade máxima de 150 ml/dia, devendo-se estimular o consumo de frutas como sobremesa.  Os refrigerantes não precisam ser proibidos, mas devem ser evitados.

06. Salgadinhos, balas e doces devem ser evitados. No entanto uma atitude radical de proibição pode levar a um maior interesse da criança pelas guloseimas; faz-se necessário que os pais expliquem o que o consumo inadequado pode trazer de prejuízo, bem como os pais devem ter hábitos saudáveis para o desenvolvimento de uma aprendizagem por imitação.
Deve ser esclarecido que esses doces e salgadinhos podem ser consumidos em horários adequados e em quantidades suficientes para não atrapalhar o apetite da próxima refeição, bem como não trazer prejuízos a dentição.

Recomenda-se muito cuidado com a saúde bucal: higienização correta, não beliscar, uso de sacarose apenas nas refeições, diminuir o tempo gasto com TV, e liminar o uso de mamadeiras noturnas.

07. A criança deve ser confortavelmente acomodada à mesa com os outros membros da família.  A aceitação dos alimentos se dá não só pela repetição à exposição mas também pelo condicionamento social, e a família é o modelo para o desenvolvimento de preferências e hábitos alimentares. Portanto, é importante que desde o primeiro ano de vida, na introdução dos alimentos complementares, a criança observe outras pessoas se alimentando.

O ambiente na hora da refeição deve ser calmo, sem a televisão ligada ou quaisquer outras distrações, como brincadeiras e jogos.
É importante que a atenção esteja centrada no ato de se alimentar para que o organismo possa desencadear seus mecanismos de saciedade.
O ambiente tranquilo facilitará a confiança e o prazer da criança em se alimentar. A criança deve ser encorajada a comer sozinha, mas sempre com supervisão, para evitar engasgos.
 É importante deixá-la comer com as mãos e não cobrar limpeza no momento da refeição. Quando souber manipular adequadamente a colher, pode se substituí-la pelo garfo.
08. Envolver a criança nas tarefas que incluam as compras e a preparação das refeições, como participar da escolha do alimento, da sua compra no mercado ou feira e da elaboração dos pratos que não apresentem riscos de acidentes ao manuseio.

09. A monotonia alimentar, sem variações do tipo de alimento e de preparações, é um fator que pode tirar o apetite e o interesse da criança pelo alimento. Assim, uma alimentação equilibrada deve ser representada por uma refeição com grande variedade de cores, texturas, formas interessantes e colocação no prato de maneira atrativa – embora seja desaconselhável fazer com que a criança aceite os alimentos somente se estiverem enfeitados.

10. A mãe deve dar a carne em pedaços pequenos e com consistência macia e estimular a criança a mastigá-los e engoli-los, e não apenas a chupar o caldo da carne.

Um beijo a todos!!

 

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